A pergunta mais honesta que recebemos: 'vale a pena consertar?' A resposta varia caso a caso, mas a regra geral cabe em 2 linhas. Veja como decidir.

A regra dos 50%

Se o conserto custa mais de 50% do preço de uma nova equivalente, geralmente não compensa.

Exemplo: se uma impressora doméstica nova equivalente custa cerca de (consulte orçamento) e o

Quando vale consertar mesmo passando dos 50%

Existem 4 cenários onde o conserto compensa mesmo custando mais.

Quando NÃO vale consertar

Casos onde a gente mesmo recomenda trocar.

Tabela rápida de decisão

Considere o tempo de uso e tipo de uso.

IdadeUsoRecomendação
0–2 anosQualquerConsertar (provavelmente em garantia ou peça simples)
2–4 anosPessoal/escritório leveConsertar se ≤ 40% do preço de nova
2–4 anosEmpresarial intensoAvaliar custo total: conserto + suprimentos vs renovação
4–7 anosPessoalTrocar — tecnologia atual é mais econômica
4–7 anosEmpresarialConsiderar contrato de outsourcing
7+ anosQualquerTrocar (peças escassas, eficiência baixa)

O que fazemos na prática

Fluxo padrão do nosso diagnóstico.

  1. Você manda marca, modelo, descrição do problema.
  2. Estimamos custo de conserto pela informação.
  3. Pesquisamos preço de nova equivalente.
  4. Se conserto > 50% da nova, dizemos: 'sinceramente, não vale'.
  5. Se vale, agendamos coleta gratuita.

Não vendemos conserto que não vale a pena — perdemos uma venda mas ganhamos confiança. Manda os dados da sua impressora pelo WhatsApp: em até 4h o doutor responde com a resposta honesta: consertar ou trocar.

Continuou com dúvida?

Manda uma mensagem descrevendo o problema. Em até 4h o doutor responde com diagnóstico e caminho.